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Conserto de Impressora Saindo Caro Demais? O Que Está Errado Nessa Conta

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conserto de impressora

Pagar mais de R$ 500 por um conserto que já deveria estar coberto é mais comum do que parece. Entenda por que isso acontece e como evitar que seu orçamento seja surpreendido novamente.

A conta chega e o número bate: R$ 580 por uma visita técnica. Peça, mão de obra, deslocamento. Tudo cobrado separado, tudo fora do orçamento do mês. E o pior: o equipamento já tinha apresentado o mesmo problema seis meses atrás. Essa situação, que parece pontual, acontece com frequência previsível em empresas que operam com impressoras e multifuncionais próprias, sem cobertura de manutenção contratada.

O que está por trás desse custo não é azar, é estrutura. Equipamentos sem manutenção preventiva falham mais. Sem contrato de suporte, cada falha vira uma negociação nova. E ao longo do ano, o acumulado de consertos avulsos costuma superar com folga o valor de um plano de locação com manutenção inclusa.

Este artigo explica como esse ciclo funciona, por que ele se repete e o que muda quando a manutenção deixa de ser uma surpresa e passa a ser uma garantia contratual.

Por que o conserto de impressora custa tanto

Quando uma impressora quebra sem contrato de suporte, o processo começa do zero: encontrar uma assistência técnica disponível, agendar visita, aguardar diagnóstico, receber orçamento, aprovar internamente e só então autorizar o serviço.

Nesse modelo, cada etapa tem custo próprio. A visita técnica em si tem um valor fixo de deslocamento. O diagnóstico pode ser cobrado separado. A mão de obra é calculada por hora. E a peça, quando necessária, tem markup aplicado pelo prestador.

Resultado: um problema que levou 40 minutos para ser resolvido pode facilmente gerar uma nota de R$ 400 a R$ 700, dependendo da cidade e do prestador. Sem contar o tempo interno gasto para coordenar tudo isso, que também tem um custo, mesmo que invisível na planilha.

O verdadeiro impacto dos gastos avulsos com manutenção

Uma visita técnica isolada parece administrável. O problema é quando elas se acumulam. Um equipamento sem manutenção preventiva tende a apresentar falhas com crescente frequência à medida que envelhece.

Somando três ou quatro chamadas técnicas ao longo do ano, mais reposições de peças e os suprimentos comprados avulso quando o toner acaba, o custo real de manter uma impressora própria facilmente passa de R$ 2.000 anuais, mesmo para operações de volume moderado.

Esse número raramente aparece numa linha só no balanço. Ele se esconde em notas fiscais de serviço, compras de insumos e horas de trabalho administrative. Mas está lá. E pode ser eliminado. Entenda como o modelo de manutenção inclusa na locação muda essa equação na prática.

Manutenção preventiva: o que evita o conserto caro

A maioria das falhas graves em impressoras não é repentina. Ela é o resultado de um desgaste gradual que, com revisão periódica, seria identificado antes de causar parada.

A manutenção preventiva inclui limpeza interna de rolos e cabeças de impressão, verificação de peças de desgaste, calibração e atualização de firmware. São procedimentos simples que, feitos regularmente, reduzem significativamente a frequência de falhas corretivas.

Quando a manutenção preventiva está inclusa num contrato de locação, ela acontece de forma programada, sem que você precise solicitar, agendar ou pagar por ela. O equipamento é revisado antes de quebrar, e não depois.

Manutenção corretiva inclusa: sem negociação quando algo falha

Mesmo com prevenção, falhas acontecem. A diferença está em como elas são resolvidas.

Com um plano de locação com manutenção corretiva inclusa, não há orçamento para aprovar, não há negociação de valor de visita e não há surpresa na fatura. O atendimento é acionado, o problema é resolvido e o custo já estava previsto no contrato desde o início.

Esse modelo elimina a categoria de ‘despesas imprevistas com equipamentos’ do orçamento operacional. O que antes era uma variável que desestabilizava o planejamento vira um custo fixo controlado. Veja como esse modelo funciona nos planos de locação da Smartprint.

Suprimentos no contrato: fim do toner comprado às pressas

O conserto caro não é o único imprevisão que afeta o orçamento de quem opera impressoras próprias. O toner que acaba fora de hora também entra nessa lista.

Comprar suprimentos avulso tem dois problemas: o preço costuma ser mais alto do que num contrato negociado, e a compra acontece sempre em caráter de urgência, sem margem para pesquisar melhor. O resultado é pagar mais, no pior momento.

Quando os suprimentos estão inclusos no plano de locação, o abastecimento é planejado conforme o volume de uso e acontece antes de o nível crítico ser atingido. Sem pressa, sem sobrecusto, sem interrupção da operação.

Equipamentos novos: menos falha, menos conserto

Há um fator que raramente entra no cálculo de quem tenta justificar manter o equipamento atual: equipamentos mais velhos quebram mais. E cada quebra tem custo.

Peças de reposição para modelos antigos ficam mais caras e mais difíceis de encontrar. O tempo de atendimento aumenta. A eficiência cai. E em determinado ponto, o custo de manter o equipamento supera qualquer lógica financeira de preservar o que já foi pago.

Com a locação, o equipamento entregue é novo. O índice de falhas é menor, o consumo de suprimentos é mais eficiente e a compatibilidade com sistemas e softwares atuais é garantida. Quando o mercado evolui, o equipamento é trocado sem custo de aquisição. Entenda mais sobre isso no artigo sobre produtividade no home office com equipamentos atualizados.

Como calcular se você está pagando mais do que deveria

Para saber se os seus gastos atuais justificam a mudança para um plano de locação, o exercício é simples: some os últimos 12 meses de despesas relacionadas ao equipamento.

Some: valor total pago em assistência técnica + custo de suprimentos (toner, cartucho, kit de manutenção) + horas internas gastas coordenando serviços + eventuais dias de equipamento parado.

Compare esse total com o valor de um plano mensal de locação com cobertura completa. Na maioria dos casos, especialmente para operações com uso regular de impressão, o plano de locação resulta em custo total menor, além de previsibilidade que o modelo atual não oferece.

O que observar antes de contratar um plano de locação

Nem todo contrato de locação cobre o mesmo. Antes de fechar, vale verificar com clareza o que está incluso de verdade.

Sobre manutenção: a cobertura inclui peças ou só mão de obra? O atendimento presencial está garantido ou só remoto? Há prazo máximo de resolução?

Sobre suprimentos: há limite de páginas mensais? O que acontece quando o volume contratado é ultrapassado? A reposição é proativa ou depende de solicitação?

Sobre o equipamento: ele é novo ou recondicionado? É possível trocar durante o contrato se a necessidade mudar?

Respostas claras a essas perguntas antes de assinar são o que garantem que o plano resolve, de fato, os problemas que o modelo atual cria. Veja os detalhes dos planos da Smartprint e compare com o que você gasta hoje.

Sua empresa merece previsibilidade, não sustos no bolso.

Se você já pagou mais de R$ 500 num conserto avulso, já sabe como esse modelo machuca o orçamento. A alternativa existe, é previsível e custa menos do que parece quando você soma o que gasta hoje.

Acesse smartprintmfc.com.br e conheça os planos de locação com manutenção, suprimentos e equipamentos novos inclusos. Um valor fixo por mês, sem mais surpresas.

Perguntas Frequentes

1. Quanto custa, em média, um conserto de impressora sem contrato?

O valor varia conforme a cidade e o prestador, mas visitas técnicas avulsas costumam custar entre R$ 200 e R$ 700, sem contar peças. Com frequência, o total supera R$ 500 por ocorrência.

2. O que está incluso quando a manutenção faz parte do contrato de locação?

Manutenção preventiva periódica, manutenção corretiva quando há falha, suporte técnico e, conforme o plano, reposição de suprimentos. Tudo dentro do valor mensal contratado, sem cobrança adicional.

3. Com que frequência a manutenção preventiva deve ser feita?

Depende do volume de uso, mas em geral revisões preventivas são recomendadas a cada 3 a 6 meses. Num plano de locação, esse cronograma é definido e executado pelo prestador, sem necessidade de gestão por parte do cliente.

4. Vale a pena locar se eu já tenho o equipamento pago?

O equipamento pode estar pago, mas os custos de manutenção e suprimentos continuam correndo. Se o acumulado anual desses custos superar o valor de um plano de locação, a migração ainda faz sentido financeiro.

5. Posso trocar de equipamento se minha demanda mudar durante o contrato?

Sim. A flexibilidade de troca é uma das características dos planos de locação. Se o volume de impressão aumentar ou o perfil de uso mudar, o equipamento pode ser substituído conforme o novo contrato.

6. Como saber qual plano de locação é o mais adequado para a minha operação?

O ponto de partida é o volume médio de impressão mensal e o tipo de equipamento necessário. Com essas informações, é possível dimensionar um plano que cubra a operação sem pagar por capacidade que não será usada.

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